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quinta-feira, 30 de dezembro de 2004

O ano que passou

Para não fugir à tradição deixo aqui a minha visão deste ano de 2004 que está agora prestes a terminar.

Foi, para mim, um ano misto de significados. Muitos sentimentos à flor da pele, muitas alegrias, muito stress.

Então aqui vai.

Janeiro

  • morte do Luís (oky)

    Era um amigo muito fixe e tinhamos feito a passagem de ano em casa dele, em Vilamoura. O funeral proporcionou um encontro de amigos que já não se viam há bastante tempo. Ficaram saudades, muitas saudades, e vontade de ter feito mais coisas.

    (IM log)
    (15:49:18) Bruno Pedro: aquele meu amigo de vilamoura, com quem eu estive na passagem de ano
    (15:49:23) Bruno Pedro: morreu


Fevereiro

Março

  • assinei contrato com a PT

    Depois de quase 2 anos a trabalhar a recibos verdes finalmente assinei contrato. Foi uma pequena vitória no campo profissional que me deu bastante estabilidade.

  • morte da minha bisavó

    Já se previa que fosse acontecer, só não se sabia era quando. Ficou uma profunda agonia, vontade de voltar atrás no tempo e mudar tudo. A partir desse dia tudo mudou na minha vida.

    (IM log)
    2004-03-05.104300.txt:(10:54:50) Bruno Pedro: ela morreu durante a noite


Junho

  • comprei o meu apartamento em Telheiras

    Marcou-se o início de uma vida na cidade. Quando vivia na Venda do Pinheiro perdia demasiado tempo em transportes públicos. A vida na cidade pode ser cansativa para alguns mas para mim foi a melhor opção.


Julho

  • aniversário dela

    Ofereci-lhe uma Lomo Colorsplash. Jantámos no Vá e volte no Bairro Alto com amigos dela.

  • primeiro post no A falta de sexo e a cidade

    Começou aqui a saga da metrossexualidade assumida e de toda controvérsia relacionada com a guerra dos sexos. A escrita não é muito regular mas vai sobrevivendo.


Agosto

  • primeiro post neste blog

    Iniciei assim o hábito de deixar uma impressão escrita daquilo em que vou pensando.

    (IM log)
    (16:35:43) Bruno Pedro: http://bpedro.wevel.com/
    (16:35:47) Bruno Pedro: tá a começar


Setembro

  • férias, merecido descanso

    Corri as praias todas, desde a Zambujeira do Mar até à Arrifana. Foram as merecidas férias que aguardava há bastante tempo.

  • fui promovido

    Mal voltei das férias tive o convite a mudar de programador para gestor de projectos. Pensei um pouco nas consequências desta mudança e aceitei. A verdade é que já há muito tempo pensava nisto.


Outubro

  • fui submetido a uma intervenção cirúrgica

    Fui operado no Hospital da CUF na Infante Santo. Fui retirar um tumor que tinha no mamilo esquerdo. Felizmente tudo correu bem. Os exames revelaram que o tumor não era maligno.


Dezembro

  • comprei um iBook

    Pois é, passei agora a fazer parte daquela percentagem de pessoas que possuem equipamento da Apple. Comprei o iBook de 12" e ainda acrescentei-lhe 256MB de RAM. Era mesmo isto que eu precisava.


Este ano está-se agora a consumir. Vejamos o que o próximo me trará. Sejam boas ou más surpresas só o tempo o dirá mas eu cá estarei para vivê-las.

Aproveito para deixar aqui um forte abraço a todos aqueles que se cruzaram comigo este ano e que, de algum modo, contribuiram para o meu enriquecimento pessoal.

Bom ano de 2005 para todos!

domingo, 19 de dezembro de 2004

Oferta e procura

Quando há muita oferta e pouca procura o valor (preço) desce e o produto torna-se desinteressante.


Quando há pouca oferta, a procura aumenta. Quem oferece pode negociar o seu preço. O interesse pelo produto trepa!

domingo, 12 de dezembro de 2004

Terra Sã

Este sábado fui visitar a feira de agricultura biológica Terra Sã. O certame teve lugar no centro de congressos de Lisboa (antiga FIL) e, além de expositores directamente ligados à agricultura, também contou com a presença de empresas do ramo alimentar.

Acabei por ficar para jantar e comprei alguns produtos biológicos.

quinta-feira, 09 de dezembro de 2004

SAPO SOUND BITS

Foi fixe. O pessoal estava bem disposto, como se comprova aqui e aqui.

sábado, 04 de dezembro de 2004

Escrever por escrever

Longa é a noite quando a sentimos sós, despertos a cada sentido oculto na imaginação de um olhar. Longa é a noite.

As palavras saltitam na mente do pensador repicando insistentemente o tecto do quarto vazio, embriagado pelo perfume deixado no ar. Esvaziado.

Entre escutadelas e apalpadelas sentimos um aperto sem paralelo. Sentimos o calor do frio na pele do corpo, no corpo da mente. A mente desperta o corpo que já quer descansar.

Olhares indiscretos atravessam a rua num sombrio rasgar de emoções recriadas à escala de um sorriso. Antevendo o piscar de olhos encaramos com sobriedade o amanhecer.

Amanhece no teu ventre a minha ira. Acontece dentro de ti o que eu não consigo guardar em mim. Alguém apareceu, mas não foste tu. Quem será que foi?